quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA ESPANHOLA
Prof. Douglas
Barraqui
A) CONTEXTO:
Ø Ideias iluministas;
Ø Ascensão das ideias liberais.
Ø Crise do Antigo Regime;
Ø Crise do sistema mercantilista;
Ø Ascensão do Capitalismo;
Ø Influência da Inglaterra e EUA;
B) CAUSAS:
I.
Guerras napoleônicas
II.
Crescimento econômico
colonial
III.
Conflitos políticos entre
Criollos e Chapetones
Sociedade colonial:
1. CHAPETONES -
Colonos nascidos na Espanha. Ocupavam cargos administrativos, militares e
religiosos.
2. CRIOLLOS –
Filhos de espanhóis nascidos na colônia. (Fazendeiros/ grandes comerciantes).
Embora fossem ricos não podiam ocupar cargos no governo, no exército ou na
Igreja.
3. MESTIÇOS -
Filhos de espanhóis ou de criollos com índias ou negras. Os mestiços, na
maioria das vezes, eram gerados em relações extraconjugais e, por isso, eram
vistos como bastardos.
4. INDÍGENAS / NEGROS CATIVOS –
indígenas Compunham a maioria da população. Trabalhavam de forma compulsória
(mita e encomienda).O número de africanos escravizados no litoral da Colômbia,
do Equador e da Venezuela, locais onde trabalhavam em plantações de cacau, não
era tão grande como nas Antilhas (ilhas espanholas, francesas, inglesas e
holandesas da América Central), nas quais os negros trabalhavam em plantações
de cana-de-açúcar.
IV.
Influência do Iluminismo
C)
PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA:
1.1 Os movimentos Precursores
(1780 - 1810)
Ø Revolta de Tupac Amaru
1.2 Primeira explosão Revolucionária
(1810-1815):
Ø As rebeliões fracassadas
1.3 Segunda explosão Revolucionária
(1816-1828):
Ø As rebeliões vitoriosas
1.1
MOVIMENTOS PRECURSORES (1780-1810)
A) Contexto:
Ø Era
napoleônica – Efervescência das idéias liberais.
Ø Formação
das juntas governativas (As Juntas
Governativas, formadas a partir dos cabildos americanos. Em muitas colônias
americanas a rivalidade entre criollos e chapetones se ampliou, ocasionando
inúmeras rebeliões. Formação de governos locais autônomos.
B) Revolta de Tupac Amaru - 1780
I.
Local:
Ø Vice-Reino
do Peru
II.
Causas
básicas:
Ø Exploração
da mão de obra indígenas na mita (exploração do trabalho indígena em troca de
salários baixíssimos, praticamente irrisórios).
III.
Líder:
Ø José
Gabriel Condorcanqui Noguera (Tupac Amaru II).
IV.
Conflito:
Ø 1780
- Tupac Amaru liderou revolta indígena contra mita
Ø Aboliu
o trabalho compulsório e escravo.
Ø Foi
traído e entregue aos espanhóis, sendo castigado até a morte (teve a língua
cortada e foi morto por esquartejamento por cavalos).
V.
Consequências:
Ø Os
movimentos precursores acabaram sendo reprimidos pelas autoridades
metropolitanas.
Ø Apesar
da derrota, contribuíram para o enfraquecimento do domínio colonial e para o
amadurecimento dos movimentos de emancipação.
1.2
REBELIÕES FRACASSADAS (1810 - 1816)
A) Contexto:
Ø Era Napoleônica
(1808 – José Bonaparte no trono da Espanha;
B) Características:
Ø Formação
das Juntas Governativas
Ø 1815 – fim da era
napoleônica, a Coroa espanhola tentou eliminar as Juntas Governativas e
reassumir o controle das colônias. Para tanto, lançou pesados ataques contra os
separatistas. (Apenas os paraguaios conseguiram sustentar a independência,
obtida em 1811).
Ø Falta de apoio da
Inglaterra e dos EUA;
1.3
REBELIÕES VITORIOSAS (1816 - 1828)
A)
Ao
sul da América do Sul:
San Martín - governador da província de Mendonça, na
atual Argentina, uniu-se às forças rebeldes que combatiam o governo espanhol no
Chile. Após duas vitórias contra os espanhóis, a região tornou-se independente
em 1818. San Martín seguiu para o Peru, onde novamente derrotou os espanhóis.
Em 1821, entrava em Lima para declarar a independência da região.
B)
Ao
norte da América do Sul:
Simón Bolívar - Seu objetivo era formar uma grande nação
no norte, a Grã-Colômbia, integrada por Venezuela, Colômbia e Equador. Em 1819,
após combater os espanhóis, Bolívar proclamou a independência da Grã-Colômbia.
Seis anos depois, um de seus generais, Antônio de Sucre, libertou o Alto Peru.
Nascia ali um novo país, a Bolívia.
DESTAQUE PARA O
APOIO DA INGLATERRA E DOS EUA
1.4
O CASO DA INDEPENDÊNCIA DO HAITI - 1791
I.
Localização: República do Haiti é um país do Caribe.
II.
História
colonial:
Ø No
século XVII, São Domingos, antigo
nome do Haiti, colônia francesa.
Ø Negros
cativos, 80% da população, eram obrigados a trabalhar em fazendas com o sistema
de produção baseado na plantation.
Ø A
elite que habitava a ilha vivia de forma luxuosa.
III.
A
revolta:
Ø Contexto:
Revolução
Francesa (Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão)
Ø Composição:
negros,
mulatos e ex-escravos;
Ø Objetivo:
acabar
com o domínio exercido pela pequena elite branca;
Ø Conflito:
·
1791
- Toussaint L’Ouverture ex-escravo, foi um dos principais
líderes do movimento. Os rebeldes formaram um exército e conquistaram a
independência. O nome da região de São Domingos foi trocado para Haiti, palavra
indígena que significa terra montanhosa.
·
1802
-
tropas Napoleonicas reprimiram o movimento de libertação. L’Ouverture foi preso
e enviado para a França, morrendo na prisão dois anos depois.
·
1804
- Jean-Jacques Dessalines continuou a luta pela independência.
Sob o lema "Liberdade ou morte!",
seu exército venceu os franceses. Em 1º de janeiro de 1804, foi proclamada a
independência. Era o nascimento da República do Haiti, o segundo país da
América a se tornar independente.
·
1806
-
Dessalines foi traído e morto.
·
1825
–
A França reconhece a independência do Haiti após indenização de 150 milhões de
francos.
1.5
CONSEQUÊNCIAS:
I.
Emancipação política / fragmentação;
II.
Proclamação de Repúblicas;
III.
Ascensão política dos criollos;
IV.
Dependência econômica com à Inglaterra;
V.
Continuação das desigualdades e injustiças
sociais;
VI.
A pobreza e miséria continuaram como
realidade para grande parte da população;
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
AZEVEDO,
Gislane Campos; SERIACOPI, Reinaldo. Projeto Teláris: história 7º ano. São
Paulo: Ática, 1º ed., 2012. CAPELLARI, Marcos Alexandre.
CAPELLARI,
Marcos Alexandre; NOGUEIRA, Fausto Henrique Gomes. História: ser protagonista -
Volume único. Ensino Médio. 1ª Ed. São Paulo: SM. 2010.
COTRIM,
Gilberto. História Global – Brasil e Geral. Volume Único. Ensino Médio. 8ª Ed.
São Paulo: Saraiva 2005.
MOZER,
Sônia & TELLES, Vera. Descobrindo a História. São Paulo: Ed. Ática, 2002.
NOGUEIRA,
Fausto Henrique Gomes. História: ser protagonista - Volume único. Ensino
PILETTI,
Nelson & PILETTI, Claudico. História & Vida Integrada. São Paulo: Ed.
Ática, 2002.
Projeto
Araribá: História – 7º ano. /Obra coletiva/ São Paulo: Editora Moderna, 2010.
Editora Responsável: Maria Raquel Apolinário Melani.
Uno:
Sistema de Ensino – História – 7º ano. São Paulo: Grupo Santillana, 2011.
Editor Responsável: Angélica Pizzutto Pozzani.
VICENTINO,
Cláudio e DORIGO, Gianpaolo. História Geral e do Brasil. Vol. Único. 1 Ed. São
Paulo, Ed. Scipione, 2010.
sábado, 6 de janeiro de 2018
O UNIVERSO DA CULTURA
Prof.
Douglas Barraqui
A) O CONCEITO DE CULTURA:
- Alfred Kroeber (1876-1960):
Ø
Latim
– “colere” = cultivar
Ø
Cultura
como mecanismo adaptativo, acumulativo, transmissivo de geração a geração, ao
longo da história.
- Bronislaw Malinowski (1884-1942):
Ø
Cultura
como significados e valores.
Ø
Só
é possível compreender a cultura quando se é integrante dela.
Ø
Propõe
que o pesquisador se insira dentro da cultura.
- Roberto DaMatta (1936-)
Ø
Noção
prescritiva de cultura: cultura como uma espécie de receituário, um código uma
espécie de mapa que, ao ser seguido, nos torna humanos.
- Ruth Benedict (1887-1984)
Ø
Noção
descritiva: cultura é o que nos descreve como humanos. Não é possível falar em
humanidade sem cultura.
B) DA ANTIGUIDADE A MODERNIDADE:
I.
Grécia e Roma:
Ø
Cultura
como um sistema de valores universais.
Ø
“Bárbaro” – conceito utilizado pelos
gregos e romanos para quaisquer povos que não fossem originários de sua
cultura.
Ø
Visão
etnocêntrica.
II.
Iluminismo:
Ø
Cultura
assume um caráter hierarquizante (como se houvesse uma cultura superior a
outra).
Ø
Relacionada
ao conhecimento científico, à evolução e ao profresso.
Ø
Cultura
se refere ao cultivo do espírito humano ao adquirir educação e instrução com
pressuposto na razão.
Ø
Estado
de cultura se opõe ao estado de natureza.
Ø
“Visão
universalista” – todas as culturas se desenvolvem da mesma forma em direção a
um mesmo objetivo: a civilização.
Ø
Hierarquiza:
concebe o modelo de sociedade europeia do século XVIII (urbana,
industrializada, republicana e democrática) como superior.
Ø
Cultura
como civilizadora.
III.
Civilização e
cultura
Ø
A
noção de civilização está atrelada ao progresso.
Kultur – Para os alemães
é aquilo que os indivíduos tem de mais autêntico (hábitos, costumes,
habilidades, tradições). Aspectos únicos e particulares de uma comunidade.
Civilization – Para os
franceses é um padrão universal de comportamento ligado a identidade cultural.
Culture – para Edward
Tylor (1832-1917), antropólogo inglês, é toda a gama de conhecimentos, crenças,
produções artísticas, leis, moral, ou seja todos os aspectos simbólicos que
envolve a vida em sociedade.
C) O CARÁTER SIMBÓLICO DA CULTURA
Ø
O
ser humana se caracteriza pela capacidade de abstração e simbolização.
Ø
Comportamento
humano se baseia em símbolos (escrita, gestos, placas de transito, ritos,
valores).
Ø
Cultura
é a produção, reprodução e manutenção de símbolos ao longo da história.
D) EVOLUCIONISMO CULTURAL
I.
Definição:
Conjunto de teorias antropológicas,
inspiradas na Teoria Evolucionista de Charles Darwin.
Ø
Sociedade
funcionaria como um organismo vivo (visão organicista).
Ø
Uso
de leis naturais e conceitos das ciências naturais para explicar a sociedade.
II.
Autor e obra:
Edward Tyler - Primitive Culture (1871)
Ø
Cultura
como um fenômeno natural.
Ø
Os
grupos humanos se diferenciam apenas pelo grau de civilização (assim quando
comparada a civilização européias, as demais civilizações sempre eram atrasadas
/ servil de base para a “missão civilizadora” do imperialismo do séc. XIX e
XX).
Ø
Uso
do método comparativo linear (como se todas as civilizações caminhassem em uma
mesma linha evolutiva.
E) DIFUSIONISMO CULTURAL
I.
Conceito:
Corrente de pensamento que defende que a
cultura é fruto de “irradiação” por meio do contato (comércio, guerras) entre
os povos o que leva a imitação, reprodução, reelaboração (sincretismo).
F) ANTROPOLOGIA ESTRUTURALISTA
I.
Conceito:
Defende a existência de uma estrutura
simbólica, lingüística, e mítica comuns a toda a humanidade.
II.
Autor e obra:
Claude Lévi-Strauss (1908-2009) –
“Antropologia Estrutural” (1967).
Ø
Defendia
a existência de estruturas mentais universais.
Ø
Ex.
“Tabu do incesto”: todas as culturas apresentam algum tipo de condenação a
prática do incesto (esse elemento em comum expressa uma estrutura mental).
Ø
Todas
as culturas operam em estruturas binárias (masculino x feminino, céu x inferno,
morte x vida, frio x quente, belo x feio).
G) O CULTURALISMO
I.
Conceito:
Teoria que defende que cada cultura segue
seu próprio processo evolutivo.
Questionou as bases do evolucionismo
cultural e significou uma crítica ao etnocentrismo, ao racismo e as formas de
dominação cultural.
II.
Autor:
Franz Boas (1859-1942)
Ø
Cada
cultura passa pelo seu processo evolutivo que está intimamente ligada às
condições geográficas, climáticas, psicológicas e históticas.
Ø
Cada
cultura deve ser compreendida dentro de sua história particular.
H) CULTURA TRADICIONAL,
CULTURA ERUDITA E CULTURA DE MASSAS
I.
Cultura Tradicional
Ø
Também
chamada de cultura popular é aquela produzida e reproduzida pela camada
dominada.
Ø
Encontra-se
no folclore, nas crenças, tradições, habilidades e costumes, bem como valores
morais e na linguagem.
II.
Cultura Erudita
Ø É aquela produzida
pela camada dominante da sociedade.
Ø Caracterizada pela
erudição, letramento, fundamentada na ciência e racionalidade aos moldes do
pensamento iluminista.
III.
Cultura de Massas
Ø
Absorvida
por maior parte dos indivíduos de uma sociedade.
Ø
Fator
mercadológico, seguindo a lógica do capitalismo de mercado e do consumismo.
I) CAPITAL CULTURAL E CAPITAL SIMBÓLICO
I.
Conceito:
Elementos da cultura sendo utilizados como
instrumentos de poder econômico, social e político.
Ø
Ex.
quanto mais cultura eu acumulo, mais culto sou. Quanto mais diplomas acumulo
maior meu status.
J) ANTROPOLOGIA E CULTURA NO BRASIL
I.
Contexto Histórico:
Déc. De 30 e 40
Ø
Expedições
do Marechal Cândido Rondon.
Governo Vargas – pretensão de unificar o
território sob o prisma de uma única cultura nacional brasileira (índio como
atrasado que precisava ser civilizado).
Ø
Influencia
do culturalismo de Franz Boas e do estruturalismo de Claude Lévi-Strauss.
II.
Principais autores
e obras:
1) Luís Câmara Cascudo (1898-1986) – “Dicionário do
Folclore Brasileiro” (1952)
Ø
Se
esforçou para registrar as práticas culturais, comidas típicas, o folclore, os
mitos e lendas regionais brasileiras.
2) Eduardo Viveiros de Castro (1951-) – “A inconstância da
alma selvagem”
Ø
Estudo
detalhado das manifestações culturais dos indígenas atuais.
3) Gilberto Velho (1945-2012) – “"A Utopia Urbana: um
estudo de antropologia social" (1973)
Ø
Estudou
a complexa relação entre o individuo, sociedade e modo de vida urbano.
Ø
Analisou
fenômenos como violência nos grandes centros urbanos, práticas culturais dos
grupos juvenis, o individualismo, o consumismo e as relações familiares.
4) Luis Eduardo Soares (1954-) – “Elite da Tropa” (2006)
Ø
Interpretou
a relação entre a violência, a criminalidade, a mídia e o Estado.
Ø
Nos
mostra como que o próprio poder político corrompido produz e sustenta a
criminalidade.
Ø
Nos
mostra como que a mídia ajuda a propagar a violência por intermédio do
sensacionalismo.
5) Roberto DaMatta (1936-) – “Carnavais, malandros e
heróis (1979)
Ø
Estudou
o carnaval e seus significados, a figura do malandro, o jeitinho brasileiro e a
prática do “você sabe com quem está falando?”.
K) INTÉRPRETES DO BRASIL
I.
Principais autores
e obras:
1) Gilberto Freyre (1900-1987) – “Casa grande e Senzala”
(1932)
Ø
Estudou
a formação histórica e social do Brasil desde o período colonial.
Ø
Sociedade
brasileira resultado da mestiçagem.
2) Sergio Buarque de Holanda (1902-1982) – “Raízes do
Brasil” (1936)
Ø
Conceito
do “homem cordial”, como característica marcante da alma brasileira. O homem
que valoriza mais a emoção do que a razão. Tese de que o brasileiro seria mais
“cordial”, mais afável, amigável, submetido a paixões;, tende valorizar mais as
relações familiares e afetivas; mais festi9vo e hospitaleiro; daria mais
importância ao domínio privado do que o público.
Ø
No
país da malandragem, o jeitinho brasileiro teria como tragédia maior a
corrupção.
3) Darcy Ribeiro (1922-1997) – “O povo brasileiro” (1997)
Ø
Estudou
a formação da sociedade brasileira a partir das três matrizes: nativo (índio),
negro (africano) e o branco (europeu).
Ø
Demonstra
como esse caldeirão cultural foi marcado tanto por relações amistosas quanto por
conflitos, violência e relação de dominação.
OBS.: Ambos os autores
são duramente criticados pelas explicações reducionistas e generalizantes.
L) PATRIMÔNIO CULTURAL MATERIAL E IMATERIAL
O
Patrimônio Cultural
pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial
considerado importante para a identidade da sociedade brasileira. Segundo
artigo 216 da Constituição Federal, configuram patrimônio "as formas de
expressão; os modos de criar; as criações científicas, artísticas e
tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços
destinados às manifestações artístico-culturais; além de conjuntos urbanos e
sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico,
paleontológico, ecológico e científico."
Ø
O
patrimônio cultural pode ser material ou imaterial:
I.
PATRIMÔNIO CULTURAL
MATERIAL
É formado por um conjunto de bens culturais
classificados segundo sua natureza: arqueológico, paisagístico e etnográfico;
histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Eles estão divididos em bens
imóveis – núcleos urbanos, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens
individuais – e móveis – coleções arqueológicas, acervos museológicos,
documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e
cinematográficos.
II.
PATRIMÔNIO CULTURAL
IMATERIAL
Estão relacionados aos saberes, às
habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas.
Ex.: Festa do Círio de Nossa Senhora de
Nazaré, a Feira de Caruaru, o Frevo, a capoeira, o modo artesanal de fazer
Queijo de Minas e as matrizes do Samba no Rio de Janeiro.
Obs.:
No Brasil, o Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é responsável por promover e coordenar o
processo de preservação e valorização do Patrimônio Cultural Brasileiro, em
suas dimensões material e imaterial.
REFERÊNCIAS:
GIDDENS, Anthony. As consequências da
modernidade. São Paulo: Ed. da Unesp, 1991.
Sociologia hoje: volume único: ensino médio
/ Igor José de Renó Machado… [et al.]. – 1. ed. – São Paulo : Ática, 2013.
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